Água Branca

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OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA ÁGUA BRANCA

A comunidade da Zona Oeste quer informações mais detalhadas sobre todas as intervenções previstas na Operação Urbana Consorciada Água Branca. Quer a realização de Audiências Públicas Temáticas (drenagem, patrimônio, viário, equipamentos públicos, mudanças climáticas, uso e ocupação do solo dentre outros), e de Audiências Públicas Devolutivas, com tempo suficiente para compreensão do problema e debates/proposições, visando o estabelecimento de um diálogo maduro, responsável, competente e comprometido com a sustentabilidade e a qualidade de vida de nossos bairros e moradores.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

AUDIÊNCIA PÚBLICA - Impactos da Operação Urbana Água Branca

dia 04 de novembro de 2010, 18h.

Local
UNINOVE Anfiteatro do prédio C.
Av. Doutor Adolpho Pinto, 109 – Prédio A

Questões para o debate:
  • Trânsito
  • Drenagem, enchentes
  • Verticalização excessiva
  • Adensamento
  • Ruído
  • Áreas Verdes públicas
  • Equipamentos públicos – hospitais, postos de saúde, escolas, creches, lazer
  • Segurança – Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal
  • Gestão participativa - participação dos moradores nas decisões
  • Contrapartidas

EIA - Capítulo I (EMURB)

Perímetro da Operação Urbana Água Branca
O perímetro da Operação Urbana Consorciada Água Branca inicia-se na confluência da avenida Presidente Castelo Branco com a rua Professor Joaquim M. de Camargo; segue pela rua Joaquim M. de Camargo, avenida Doutor Abrão Ribeiro, viaduto Pacaembu, avenida Pacaembu, rua Paraguaçu, rua Traipu, rua Turiaçu, rua Ministro Godoy, avenida Francisco Matarazzo, viaduto Antártica, avenida Antártica, rua Turiassu, avenida Pompéia, rua Carlos Vicari, avenida
Santa Marina, avenida Comendador Martinelli, avenida Presidente Castelo Branco até o ponto inicial.


Subsetores

Subsetor A – ZEIS Centro de Treinamento (Centros de treinamento do Palemiras e São Paulo, conjunto habitacional Cingapura, Favela do Sapo)
Subsetor B – Santa Marina – Gleba Telefônica (Gleba Telefônica, atual Tecnisa, galpões no entorno da Av Santa Marina, residências, Clube Nacional, Vidraria Santa Marina, Campus da UNIP.
Subsetor C – Orla Ferroviária (entorno da linha férrea, longo da Av Francisco Matarazzo (lado esquerdo), torres.
Subsetor D – Sociedade Esportiva Palmeiras (lado direito da Av Francisco Matarazzo) – Shoppings Bourbon e West Plazza, Arena Palmeiras (que está fora da Operação Urbana Água Branca)
Subsetor E – Gleba Pompéia – Marginal Tietê (Gleba Pompéia, zona industrial)
Subsetor F – Parque Industrial Tomás Edison (zona industrial)
Subsetor G – Play Center – Fórum Criminal Dr. Mário Guimarães
Subsetor H – Terminal Intermodal da Barra Funda – Memorial da
América Latina, casas de shows, UNIFESP, UNINOVE
Subsetor I – Bairro das Perdizes (Parque da água Branca)


Subsetor A – ZEIS Centro de Treinamento
O subsetor A com área total de 64,16 ha tem como limites: ao norte a avenida Presidente
Castelo Branco, a leste avenida Nicolas Boer, ao sul avenida Marquês de São Vicente e a oeste avenida Comendador Martinelli.
Devido a proximidade com a Marginal Tietê, a ocupação deste subsetor é muito esparsa, com
terrenos com média de 1.800,00m2 de área, ocupados por edificações utilizadas para atividades comerciais.
Este subsetor apresenta algumas especificidades, como cerca de 170.000,00m2 de áreas
públicas, as quais, atualmente são utilizadas pela Companhia de Engenharia e Tráfego – CET, onde funciona um Centro de Educação de Trânsito e pátio para automóveis batidos e como centro de treinamento para dois times de futebol, Palmeiras e São Paulo. A concessão para os dois times estende-se até o ano de 2020.
Próximo à avenida Comendador Martinelli localizam-se os galpões de porte médio, como por
exemplo, o das empresas Tyco Eletronics e Gilbarco Veeder – Root, as garagens de ônibus das empresas Expresso de Prata e Manoel Rodrigues S.A. E também o conjunto Cingapura (HIS).
As atividades comerciais e de serviços disponíveis neste setor, pela proximidade com a Marginal Tietê e as rodovias dos Bandeirantes e Anhanguera são predominantemente de alcance regional.
Cabe destacar que, a ocupação de uso residencial ocorre em menor escala neste subsetor,
caracterizado por densidade demográfica de 30 hab/ha, com população total de 1.696
habitantes. O perfil desta população é de renda média/baixa (renda entre 1 ½ salário mínimo a 3 salários mínimos, considerando o valor do salário mínimo vigente no ano de 2010)
Neste subsetor localiza-se a única favela existente em todo o perímetro, a do Sapo. A situação dos moradores da favela do Sapo deverá ser regularizada a partir da transferência dos mesmos para duas áreas de Habitação de Interesse Social – HIS, propostas dentro do perímetro da Operação Urbana.
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para 125 habitantes por hectare, alcançando-se uma
população residente de 8.451 habitantes.
Incentivar a manutenção da ocupação esparsa e predominantemente horizontal,
preservando a característica já existente deste trecho da várzea do rio Tietê.
Incentivar a utilização de 70% do estoque de Área Adicional de Construção disponibilizado
para o subsetor A, para Habitação de Interesse Social (HIS), famílias com renda igual ou
inferior a 6 salários mínimos e Habitação de Mercado Popular (HMP), famílias com renda
igual ou inferior a 16 salários mínimos e 30% para uso de comércio e serviços.
Os usos industriais e habitação de alto padrão não serão incentivados nesse subsetor.
Promover o re-ordenamento da ocupação da área sob domínio municipal, com o objetivo de
implantar área verde pública que, associada às áreas verdes a serem geradas a partir do
parcelamento das glebas existentes no Subsetor B, como por exemplo, a urbanização da
Gleba Telefônica/ TECNISA, possibilitando a formação de um eixo verde de integração entre
os dois principais elementos estruturadores da área da Operação Urbana: a ferrovia e o rio
Tietê. Este re-ordenamento implicará na seleção das atividades ali existentes, privilegiando
os usos públicos de interesse da comunidade.
Promover uma melhor utilização das áreas públicas municipais concedidas aos clubes de
futebol, por meio da racionalização de sua ocupação, com o objetivo de torná-las, ao menos
parcialmente abertas à utilização pública. O objetivo desta intervenção é a criação de um
parque na área atualmente utilizada pelos clubes e pela CET.
Promover a reconstituição de referenciais da paisagem, com base em aspectos urbanos
característicos deste sítio geográfico ainda identificáveis, tais como os antigos meandros do
rio Tietê, as várzeas e áreas naturais de drenagem e extravasamento dos afluentes do rio
Tietê.
Implantar a avenida José Nello Lorenzon no trecho localizado entre a avenida Presidente
Castelo Branco e avenida Marquês de São Vicente. Para a abertura desta via será
necessária a execução de obras para a contenção das margens do córrego Água Branca e a
implantação de vias marginais no trecho situado entre a Marginal do Tietê e a avenida
Marquês de São Vicente (rua José Nello Lorenzon). O objetivo desta intervenção é a
melhoria dos fluxos de circulação na área e acesso mais adequado ao Conjunto Cingapura e
as ZEIS existentes nessa via, além de permitir a ligação com a avenida Gustav Willy
Borghof, a partir da implantação de seu prolongamento.
Complementar o arruamento da ZEIS-3 situada na esquina da avenida Marquês de São
Vicente com avenida Comendador Martinelli. Esta intervenção consiste na complementação
do arruamento existente e abertura de vias locais com 14,00m de largura, dos quais 8,00m
são para caixa viária e passeios com 3,00m de largura em ambos os lados configurando
quadras compatíveis para a implantação das Habitações de Interesse Social e Habitações
Mercado Popular nas ZEIS 3 – Zonas Especiais de Interesse Social localizadas no
cruzamento da avenida Marquês de São Vicente com a avenida Comendador Martinelli.
Implementar soluções de drenagem urbana não convencionais com a reforma e ampliação
do sistema de drenagem existente de forma a compatibilizá-lo com o adensamento proposto.
Adoção de novas diretrizes de implantação de empreendimentos particulares de forma que
seu impacto sobre o sistema de drenagem seja nulo.
Incentivar a produção de HIS (Habitações de Interesse Social) e HMP (Habitação de
Mercado Popular) para a população favelada ou diretamente atingida pelas obras e
intervenções propostas. Estão previstas a construção de unidades habitacionais para o
reassentamento das populações de baixa renda diretamente atingidas pela implantação das
obras e intervenções previstas dentro do Plano Urbanístico neste subsetor, seja para criação
novo viário ou alargamento do existente, além da criação de áreas verdes.
Incentivar a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação
dos passeios públicos criando ambiente mais agradável aos pedestres no local e
incentivando a utilização dos transportes públicos e da circulação a pé para pequenos
trechos.

Subsetor B – Santa Marina – Gleba Telefônica
O subsetor B tem como limite norte a avenida Marquês de São Vicente, ao sul a rua Gustavo
Willy Borghoff, a oeste a avenida Santa Marina e a leste avenida Nicolas Bôer. O subsetor B
esta inserido no quadrante de coordenadas 327350 E, 7398468 N / 328600 E, 7397591 N
Possui área total de 57,45 ha na qual esta distribuída uma população residente de 362
habitantes, com perfil predominantemente de renda média baixa, o que resulta em uma
densidade demográfica de 6 hab/ha.
Neste subsetor localiza-se parte da gleba onde se encontra atualmente o Centro Esportivo da Telefônica, que encontra-se desativado, o Clube Nacional e a antiga zona industrial existente ao redor da Vidraria Santa Marina, na qual ainda se encontram algumas indústrias de grande porte.
A Gleba da Telefônica atualmente é propriedade da Tecnisa e planeja-se o seu parcelamento O padrão construtivo predominante próximo a avenida Santa Marina, é de galpões de médio e grande porte, nos quais, se praticam usos industriais, oficinas, e armazenamento de matérias primas e equipamentos.
Neste subsetor existem ainda pequenos núcleos residenciais compostos por vilas de sobrados geminados e pequenas habitações unifamiliares, as quais, antigamente eram ocupadas por trabalhadores das indústrias da região.
Na área próxima à avenida Marquês de São Vicente esse padrão de uso gradualmente esta sendo alterado e como consequência verifica-se o início de um processo de verticalização.
O sistema viário é compartimentado e como resultado verifica-se a ausência de conexão entre a maior parte das vias com o sistema viário estrutural. Destaca-se a avenida Santa Marina como a via coletora de maior largura no trecho situado entre a linha do trem e a avenida Comendador Ermano Marchetti. Ao contrário, as demais vias são estreitas e com capacidade para a circulação exclusiva ao tráfego local.
Observa-se nesse setor a tendência de verticalização tanto para os usos residenciais como para comércio e serviços por meio da substituição dos galpões antigos e pela ocupação das grandes glebas utilizadas antigamente para a atividade industrial.
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para cerca de 200 habitantes por hectare, alcançandose
uma população residente de 11.480 habitantes.
Incentivar a ocupação vertical, respeitadas as funções e capacidades das vias existentes.
Incentivar a utilização de 70% do estoque de Área Adicional de Construção disponibilizada
para esse subsetor para usos habitacionais e 30% para uso de comércio e serviços. Novos
usos industriais não serão incentivados.
Incentivar a modernização das atividades industriais existentes, porém sem aumento da área
construída.
Induzir o parcelamento da Gleba Telefônica atendendo a disposição da Lei Federal 6.766/79
e da Lei Municipal 9.413/81, visando a implementação de um sistema viário integrado a
malha viária existente com a doação de áreas verdes e institucionais que se integrarão ao
eixo verde proposto no subsetor A. Definição de instrumentos urbanísticos e de plano de
ação para parcelamento da Gleba da Telefônica, o qual deverá conter a indicação para a
posição das áreas verdes e de uso institucionais que de acordo com a legislação federal
devem ser doadas para o município. Merece destaque também integração das áreas verdes
e institucionais com as demais áreas públicas do entorno, que atualmente encontram-se
cedidas a terceiros. Em longo prazo pretende-se a implantação de um parque público,
integrando a orla ferroviária a margem do rio Tietê.
Implantar a ligação viária entre o prolongamento da avenida Gustav Willy Borghof e a
avenida Marquês de São Vicente junto ao Clube Nacional. Abertura de via com 18,00m de
largura, dos quais 12,00m são para leito carroçável e 3,00m de largura para passeios em
continuidade a avenida José Nello Lorenzon, em trecho localizado entre a avenida Marquês
de São Vicente e o futuro prolongamento da avenida Gustav Willy Borghoff. A abertura desta
via complementa a ligação viária entre a Marginal do Tietê e o prolongamento da avenida
Gustav Willy Borghoff.
Implementar soluções de drenagem urbana não convencionais com a reforma e ampliação
do sistema de drenagem existente de forma a compatibilizá-lo com o adensamento proposto.
Adoção de novas diretrizes de implantação de empreendimentos particulares de forma que
seu impacto sobre o sistema de drenagem seja nulo.
Incentivar a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação
dos passeios públicos criando ambiente mais agradável aos pedestres no local e
incentivando a utilização dos transportes públicos e da circulação a pé para pequenos
trechos.

Subsetor C – Orla Ferroviária
O subsetor C apresenta como perímetro norte a rua Gustavo Willy Borghoff, ao sul a avenida
Francisco Matarazzo, a oeste a avenida Santa Marina e a leste o viaduto Antártica. O subsetor C esta inserido no quadrante de coordenadas 327687 E, 7397816 N / 329444 E, 7397160 N.
Este subsetor possui área total de 39,35ha onde está distribuída uma população residente de
3.809 pessoas, resultando em densidade demográfica de 102 hab/ha.
Dentro do perímetro da Operação Urbana Consorciada Água Branca este subsetor destaca-se
por sua localização estratégica, diretamente ligada ao centro da cidade pela avenida Francisco
Matarazzo e Elevado Costa e Silva e ainda ao centro regional da Lapa pela rua Guaicurus.
São integrantes desse subsetor as áreas localizadas entre os trilhos das linhas 7- Rubi (antiga linha A) e 8 – Diamante (antiga linha B) da CPTM, a área de transbordo de areia operado pela MRS, concessionária da RFFSA e que serão objeto de intervenções específicas, os chamados projetos especiais ainda em estudo. Além dos terrenos resultantes do parcelamento da gleba das Indústrias Matarazzo, parcialmente ocupada pelo empreendimento da empresa Ricci Engenharia, o Centro Empresarial Água Branca, um complexo com projeto previsto para a construção de 13 torres, porém somente quatro foram executadas. A contrapartida paga a prefeitura foi utilizada para a construção da avenida Auro Soares de Moura Andrade no trecho até a Casa das Caldeiras e para melhorias ao longo da avenida Francisco Matarazzo.
A partir da implantação do Centro Empresarial Água Branca identifica-se nesse setor uma
intensa atividade imobiliária. Na região destaca-se também o lançamento de diversos
empreendimentos residenciais de médio padrão localizados nas proximidades do viaduto
Pompéia em substituição de antigos galpões industriais. (ver Planta Geral de Intervenção BE
053B065).
Este subsetor apresenta um ponto crítico de alagamento no cruzamento das avenidas Pompéia e Francisco Matarazzo com a rua Carlos Vicari, como consequência de alguns fatores: elevada impermeabilização do solo e sobrecarga e obsolescência do sistema de drenagem. Como forma de solucionar este problema estão sendo contempladas dentro do Plano Urbanístico obras de drenagem na área.
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para cerca de 200 habitantes por hectare alcançando
uma população residente de 7.436 habitantes.
Incentivar a verticalização; observando as características e a capacidade do sistema viário e
das redes de infraestrutura implantadas.
Incentivar a utilização de 70% do estoque de área adicional de construção disponibilizado
para esse subsetor, para habitação de médio e alto padrão, renda familiar, respectivamente
entre 6 e 11 salários mínimos e renda familiar acima de 11 salários mínimos (considerando o
valor do salário mínimo vigente no ano de 2010). E 30% para uso de comércio e serviços.
Os usos industriais e habitação de interesse social não serão incentivados.
Viabilizar a implantação do prolongamento da avenida Doutor Auro Soares de Moura
Andrade entre a Casa das Caldeiras e a interligação da avenida Santa Marina. O
prolongamento dessa avenida se dará sobre o antigo leito da linha B da CPTM a ser
reposicionada. Elaboração de projeto básico para prolongamento da avenida Dr. Auro
Soares de Moura Andrade, incluindo a relocação do leito ferroviário nesse trecho. Pretendese
implantar duas pistas com três faixas de rolamento cada uma. Os passeios propostos
terão cerca de 4,50m de largura junto aos imóveis e cerca de 2,50m junto a ferrovia, o
canteiro central como pelo menos 1,50m de largura, paisagismo, arborização e iluminação.
Com esta intervenção pretende-se o desafogamento da avenida Francisco Matarazzo,
principalmente no cruzamento com a avenida Pompéia. Como parte desta intervenção será
implantada uma ciclovia paralela a linha férrea.
Implantar o prolongamento da avenida Gustav Willy Borghof entre os baixos do viaduto
Pompéia e avenida Santa Marina. Pretende-se com esta intervenção melhorar a fluidez do
tráfego local e de passagem, funcionando como um apoio ao tráfego da avenida Marquês de
São Vicente. Como resultado da intervenção a avenida Gustav Willy Borghof ficará com
18,00m de largura, dos quais, 12,00m para caixa viária e 3,00m de largura para passeio, o
qual incluirá arborização e implantação de mobiliário urbano.
Implantar vias laterais e retorno sob o viaduto Pompéia. Abertura de dois trechos de via, um
em cada lateral do viaduto, no trecho entre a rua Carlos Vicari e o prolongamento da avenida
Dr. Auro Soares de Moura Andrade, com 7,00m de leito carroçável e 3,50m de passeios,
incluindo a construção de alça de retorno e o tratamento paisagístico nos baixos do viaduto
Pompéia com a acomodação dos passeios da avenida Francisco Matarazzo e rua Carlos
Vicari neste trecho.
Implantar a interligação da avenida Santa Marina melhorando as condições de ligação entre
as vertentes norte e sul da linha da CPTM.
Implantar o alargamento dos passeios e reformulação paisagística da rua Joaquim Ferreira.
O passeio da via citada, em toda a sua extensão, será reformulado, propondo-se um
alargamento de 6,00m. Dessa forma será possível configurar uma caixa viária com um total
de 12,00m e passeios laterais com 4,50m do lado direito e 2,50m do lado esquerdo. Esta
intervenção possibilitará o escoamento do tráfego de passagem na área a partir da
implantação do primeiro trecho do prolongamento da avenida Dr. Auro Soares de Moura
Andrade. Outro objetivo desta implantação é facilitar o acesso aos novos empreendimentos
residenciais em fase de execução neste local.
Implantar o realinhamento geométrico da avenida Santa Marina no trecho entre a rua Carlos
Vicari e a futura passagem subterrânea a ser implantada. Realinhamento geométrico da
avenida Santa Marina no trecho situado entre a linha da CPTM e a rua Carlos Vicari e da
desta no trecho situado entre o cruzamento com a avenida Pompéia e a avenida Santa
Marina. Com estas obras pretende-se ampliar os passeios para no mínimo 3,50m, melhorar
as condições de circulação e segurança dos pedestres, considerando os fluxos gerados
entre os pontos de desembarque do sistema público de transporte e os estabelecimentos e
equipamentos prestadores de serviços com elevada atratividade para os pedestres.
Implantar o alargamento dos passeios e reformulação paisagística da rua Carlos Vicari
desde o viaduto Pompéia até a avenida Santa Marina, conforme descrição das obras citada
anteriormente.
Incentivar a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação
dos passeios públicos criando ambiente mais agradável aos pedestres no local e
incentivando a utilização dos transportes públicos e da circulação a pé para pequenos
trechos.
Implementar soluções de drenagem urbana não convencionais com a reforma e ampliação
do sistema de drenagem existente de forma a compatibilizá-lo com o adensamento proposto.
Adoção de novas diretrizes de implantação de empreendimentos particulares de forma que
seu impacto sobre o sistema de drenagem seja nulo.
Implantar o alargamento da rua Pedro Machado. Esta intervenção propõe o alargamento de
6,00m da rua Pedro Machado, no trecho localizado desde a avenida Francisco Matarazzo
até a avenida Dr. Auro Soares de Moura Andrade, com o objetivo de melhorar a circulação
no local proporcionando maior fluidez do tráfego e a melhoria nas condições de circulação
dos pedestres. Com esta intervenção pretende-se ampliar a caixa viária existente em 3,00m,
isto é, passando dos 9,00m existentes para 12,00m. Com relação aos passeios pretende-se
deixá-los com 5,00m de largura, possibilitando sua ambientação tanto com a área verde
como a institucional criada a partir do parcelamento da gleba das Indústrias Matarazzo ali
localizada

Subsetor D – Sociedade Esportiva Palmeiras – West Plazza
O subsetor D apresenta como limites: ao norte a avenida Francisco Matarazzo, ao sul
cruzamento da rua Turiassu e avenida Antártica, a oeste a rua Turiassu e a leste a avenida
Antártica. O subsetor D esta inserido no quadrante de coordenadas 328259 E, 7397307 N /329280 E, 7396853 N. Trata-se do menor subsetor com área total de 24,00ha, onde esta distribuída uma população residente de 1.211 habitantes, com perfil de rendimento predominantemente médio e médio alto, resultando em densidade demográfica de 52hab/ha.
Esse subsetor caracteriza-se como uma área de transição entre as áreas predominantemente
residenciais de alto e médio padrão localizadas nos bairros de Perdizes, Pompéia e Pacaembu e a área da orla ferroviária.
Apresenta intenso uso comercial e de serviços incluindo o Shopping West Plaza e o Shopping Bourbon, assim como atividades de cultura, esportes e lazer com destaque para o SESC Pompéia e a sede da Sociedade Esportiva Palmeiras, entre outros.
A estrutura fundiária é caracterizada pelo parcelamento regular e, portanto com a distribuição
compatível das vias e lotes. A tipologia da paisagem predominante é de edifícios baixos e
edificações residenciais de até dois pavimentos em núcleos dispersos formando vilas e
conjuntos, embora se identifiquem alguns edifícios residenciais mais altos próximos a avenida
Francisco Matarazzo.
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para cerca de 75 habitantes por hectare, alcançando-se
uma população residente de 1.747 habitantes.
Incentivar a verticalização, observando as características e a capacidade do sistema viário e
das redes de infraestrutura implantadas.
Incentivar a utilização de 70% do estoque de Área Adicional de Construção disponibilizado
para esse subsetor, para habitação de médio e alto padrão e 30% para uso de comércio e
serviços. Os usos industriais e habitação de interesse social não serão incentivados.
Incentivar a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação
dos passeios públicos.
Implementar soluções de drenagem urbana não convencionais. Reforma e ampliação do
sistema de drenagem existente de forma a compatibilizá-lo com o adensamento proposto.
Adoção de novas diretrizes de implantação de empreendimentos particulares de forma que
seu impacto sobre o sistema de drenagem seja nulo.

Subsetor E – Gleba Pompéia – Marginal Tietê
A área ocupada pelo subsetor E apresenta como limite norte a avenida Presidente Castelo
Branco, ao sul a rua Gustavo Willy Borghoff, a oeste avenida Nicolas Bôer e a leste as seguintes vias: Zimon Leirner, Dr. Edgard T. Santana, Robert Bosch e Willy Heinrich Borghoff. O subsetor E esta inserido no quadrante de coordenadas 328504 E, 7398565 N / 329178 E, 7397415 N.
A área total do subsetor E é 51,65ha, como consequência da ocupação predominantemente
industrial, cabe destacar que, não há registro de população residente nesse subsetor.
A estrutura fundiária local é caracterizada pela existência de grandes lotes ocupados por
galpões industriais, oficinas e terrenos vazios ou subutilizados.
Faz parte desse subsetor a Gleba Pompéia e parte da zona industrial localizada entre a Av. Marquês de São Vicente e Marginal do Tietê. O sistema viário é incompleto e descontinuo apesar da existência de diversas vias largas. Como consequência identificam-se quadras extensas e irregulares, o que dificulta a circulação de pedestres.
A ocupação é predominantemente industrial com ocorrência de estabelecimentos com oficinas e transportadoras. As áreas verdes públicas são inexistentes e a arborização dos passeios é escassa e muito espaçada.
Na área localizada próxima a avenida Marquês de São Vicente identifica-se o inicio de um
processo de renovação com a implantação de edificações verticalizadas para usos
diversificados.
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para cerca de 175 habitantes por hectare, alcançando
uma população residente de 8.800 pessoas.
Incentivar a verticalização; observando as características e a capacidade do sistema viário e
das redes de infraestrutura implantadas.
Incentivar a utilização de 70% do estoque de Área Adicional de Construção disponibilizado
para esse subsetor, para usos residenciais e 30% para usos não residenciais. Os usos
industriais não serão incentivados.
Incentivar a substituição de usos e modernização das atividades industriais existentes desde
que não haja aumento da área construída.
Exigir a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação dos
passeios públicos.
Induzir o parcelamento da gleba Pompéia, utilizando os instrumentos previstos no Estatuto
da Cidade e no Plano Diretor Estratégico tais como a Concessão Urbanística entre outros.
Definição de instrumentos urbanísticos e de plano de ação, incluindo o estabelecimento de
diretrizes para a regularização da Gleba Pompéia, incluindo indicações para as áreas verdes
e institucionais que por obrigação decorrente da legislação vigente devem ser doadas ao
município. A regularização do parcelamento dessa gleba possibilitará a integração do
arruamento à malha urbana possibilitando a utilização mais adequada dos lotes ao contexto
de desenvolvimento regional.
Implantar ligação viária entre a avenida Nicolas Boher e avenida Presidente Castelo Branco.
Abertura de via com 16,00m de largura, sendo 9,00m de leito carroçável e 3,50m de
passeios de ambos os lados. Intervenção já prevista na Lei de Melhoramento Viário, lei
n°8.895/79.
Implantar a alça de acesso a Ponte Júlio de Mesquita Neto.
Implantar a ligação viária entre a Praça José V. de C. Mesquita e a rua Edgar Teotônio dos
Santos (leito da rua Beta). As intervenções consistem na abertura de uma via com 14,00m
de largura, sendo 7,00m de leito carroçável e 3,50m de passeios dos dois lados entre a
avenida Marquês de São Vicente e rua Josef Kryss, já prevista na Lei de Melhoramento
Viário não implantado.
Implantar ligação viária entre a avenida Marquês de São Vicente e rua Alberto Barzaghi. A
intervenção contempla a abertura de uma via com 18,00 de largura, sendo 12,00m de leito
viário e passeios de 3,00m de largura entre a avenida Marquês de São Vicente e a Alberto
Barzaghi. Essa intervenção possibilita a interligação da rua Dr. Moisés Kauffman com a
avenida Marquês de São Vicente.
Implantar ligação viária entre rua Dr. Moisés Kahan com avenida Presidente Castelo Branco.
Contempla a abertura de via com 18,00m de largura, sendo 12,00m de leito viário e passeios
de 3,00m dos dois lados entre a rua Dr. Moisés Kahan e a avenida Marquês de São Vicente
cruzando a rua Dr. Moisés Kauffman. O objetivo destas intervenções é possibilitar melhorias
na circulação viária a partir da redução da extensão e ao mesmo tempo permitir a
interligação no sentido norte-sul.
Implementar soluções de drenagem urbana não convencionais com a reforma e ampliação
do sistema de drenagem existente de forma a compatibilizá-lo com o adensamento proposto.
Adoção de novas diretrizes de implantação de empreendimentos particulares de forma que
seu impacto sobre o sistema de drenagem seja nulo.

Subsetor F – Parque Industrial Tomás Edison
A área ocupada pelo subsetor F apresenta como limite norte a avenida Presidente Castelo
Branco, ao sul a rua Gustavo Willy Borghoff, a leste avenida Ordem e Progresso e a oeste as
seguintes vias: Zimon Leirner, Dr. Edgard T. Santana, Robert Bosch e Willy Heinrich Borghoff. O
subsetor F esta inserido no quadrante de coordenadas 328912 E / 7398473 N / 329851 E,
7397385 N.
Da mesma forma que no subsetor E, não há registro de população residente neste subsetor,
visto que se trata da antiga zona industrial (Z-6). Cabe destaca-se aqui que esta área foi
alterada pelo Plano Diretor Regional para zona mista, porém ainda predominam as atividades
industriais desenvolvidas em grandes áreas. A área total do subsetor é 64,42ha.
A estrutura fundiária é caracterizada por grandes lotes. Como consequência o sistema viário
resultante desenha quadras extensas e irregulares, nas quais, não são identificadas praças ou
áreas verdes.
Por se tratar de uma área próxima ao Terminal do Metrô e do corredor de ônibus da avenida Marquês de São Vicente, identifica-se um gradual processo de substituição do uso industrial pelo de comércios e serviços.
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para cerca de 125 habitantes por hectare, alcançando
uma população residente de 8.025 habitantes.
Incentivar a verticalização; observando as características e a capacidade do sistema viário e
das redes de infraestrutura implantadas.
Incentivar a utilização de 50% do estoque de Área Adicional de Construção disponibilizado
para esse subsetor, para habitação de interesse social, habitação de mercado popular e
50% para uso de comércio e serviços. Os usos industriais não serão incentivados.
Incentivar a substituição de usos e modernização das atividades industriais existentes desde
que não haja aumento da área construída.
Exigir a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação dos
passeios públicos.
Implantar ligação viária entre as ruas Dr. Moisés Kaufman, Moisés Kahan e José Szakall.
Abertura de sistema viário e formação de praça interligando as ruas José Szakall, Dr. Moisés
Kauffman e Dr. Moises Kahan, com 18,00m de largura, sendo 12,00m de leito carroçável e
3,00m de passeios dos dois lados. Esta intervenção possibilitará a formação de um binário
interligando a avenida Marquês de São Vicente com a avenida Ordem e Progresso.
Implantar a ligação viária entre a rua do Cano com avenida Ordem e Progresso cruzando a
avenida Tomas Edison. Abertura de via com 18,00m de largura, sendo 12,00 de leito viário e
3,00m de passeios dos dois lados entre a avenida Ordem e Progresso e a avenida Marquês
de São Vicente, cruzando a rua Tomas Edison. Esta intervenção possibilitará melhorias na
circulação de veículos e pedestres pela redução da extensão das quadras.
Implantar a abertura da rua do Cano. Abertura de via com 16,00 de largura, sendo 9,00m de
leito carroçável e 3,50m de passeios de cada um dos lados. Intervenção já prevista na Lei de
Melhoramento Viário não implantado (rua do Cano) e que possibilitará a interligação com a
rua José de Oliveira Coutinho.
Implementar soluções de drenagem urbana não convencionais com a reforma e ampliação
do sistema de drenagem existente de forma a compatibilizá-lo com o adensamento proposto.
Adoção de novas diretrizes de implantação de empreendimentos particulares de forma que
seu impacto sobre o sistema de drenagem seja nulo.

Subsetor G – Play Center – Fórum Dr. Mário Guimarães
O subsetor G, identificado como Play Center – Fórum Dr. Mário Guimarães, tem como limite
norte a avenida Presidente Castelo Branco, ao sul a avenida Marquês de São Vicente, a oeste a avenida Ordem e Progresso e a leste a avenida Dr. Abraão Ribeiro. O subsetor G esta inserido no quadrante de coordenadas 329724 E, 7398387 N / 331156 E / 7397643 N.
A área total do subsetor é 61,63ha, na qual, estão distribuídos 2.012 habitantes com perfil de
renda média baixa (renda entre 1 ½ salário mínimo a 3 salários mínimos, considerando o valor
do salário mínimo vigente no ano de 2010) e configurando uma densidade demográfica de 32
hab/ha.
Destacam-se neste subsetor a edificação ocupada pelo Fórum Criminal Dr. Mário Guimarães e o equipamento de lazer Play Center.
A estrutura urbana local é caracterizada por recortes que resultam em lotes maiores, a maioria
com área total maior que 500,00m². Nestes lotes a ocupação predominante são os galpões de
médio porte, nos quais são desenvolvidas atividades diversificadas como: armazenagem,
oficinas e pequenas indústrias.
O sistema viário é incompleto e composto basicamente por duas grandes vias coletoras que
ligam a avenida Presidente Castelo Branco a avenida Marquês de São Vicente. Não existem
vias ortogonais e como consequência identificam-se grandes quadras que dificultam a circulação dos pedestres. Junto aos terrenos vazios localizados ao lado do canal de descarga do Córrego Anhanguera a Prefeitura vem realizando estudos para construir a Fábrica dos Sonhos, que funcionará como uma área de apoio às escolas de samba do grupo especial do carnaval de São Paulo. (ver Planta Geral de Intervenção BE 053B065)
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para cerca de 150 habitantes por hectare, alcançando
uma população residente de 9.411pessoas.
Incentivar a verticalização, observando as características e a capacidade do sistema viário e
das redes de infraestrutura implantadas.
Incentivar a utilização de 70% do estoque de Área Adicional de Construção disponibilizado
para esse subsetor, para usos residenciais e 30% para usos não residenciais. Os usos
industriais não serão incentivados.
Incentivar a substituição de usos e modernização das atividades industriais existentes desde
que não haja aumento da área construída.
Exigir a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação dos
passeios públicos.
Implantação de Parque Linear ao longo do córrego da rua Dr. Quirino dos Santos (trecho de
canal aberto) entre a avenida Presidente Castelo Branco e avenida Marquês de São Vicente.
A área estimada da intervenção é de 65.200,00m2 com a previsão da implantação de duas
lagoas de amortecimento de águas pluviais, recomposição das margens com projeto
paisagístico e implantação de áreas destinadas a esporte e lazer. Esta intervenção visa
equilibrar a ausência de áreas verdes públicas nesta antiga zona industrial.
Implantar praça pública no desemboque do canal de saneamento do córrego Anhanguera ao
lado da futura Fábrica dos Sonhos. O objetivo desta implantação é a complementação ao
parque linear da rua Quirino dos Santos, sendo a área verde estimada em 7.500,00m2 com
previsão de lagoa de amortecimento de águas pluviais, implantação de estacionamento de
apoio a futura Fábrica dos Sonhos com cerca de 8.500,00m2 e 350 vagas, projeto
paisagístico e implantação de áreas de lazer.
Implantar a recomposição paisagística do canal de saneamento do córrego Anhanguera,
junto à Fábrica dos Sonhos. Recomposição paisagística e ambiental do canal de
saneamento do córrego Anhanguera entre a avenida Abraão Ribeiro e a praça pública que
será implantada no desemboque do canal de saneamento do córrego Anhanguera ao lado
da futura Fábrica dos Sonhos. A recomposição paisagística inclui a contenção das margens,
recomposição de vegetação ciliar e melhoria das condições de drenagem.
Implantação de Parque Linear junto a Avenida Ordem e Progresso, visando a preservação
dos antigos meandros do rio Tietê e as faixas de domínio do córrego Sumaré. A proposta é
implantar o parque no trecho localizado entre a Praça Luis Carlos Mesquita e a Marginal
Tietê. Outro objetivo desta intervenção é a recomposição da ambiência da avenida com o
plantio de árvores de porte, áreas ajardinadas e sistemas de lazer.
Ligação viária entre a avenida Abraão Ribeiro e a avenida Presidente Castelo Branco (rua
Joaquim da Rocha Ferreira). Abertura de via com 16,00m de largura dos quais 10,50m
constituem leito carroçável e 2,50m de largura de passeios, na margem direita do canal de
saneamento do córrego Anhanguera entre a avenida Abraão Ribeiro e avenida Presidente
Castelo Branco já prevista em Lei de Melhoramento Viário. Com a execução desta
intervenção haverá melhoria na acessibilidade à Fábrica dos Sonhos.
Implantar a ligação viária entre a rua Joaquim da Rocha Ferreira e a rua José Gomes
Falcão. A nova via terá 18,00m de largura, sendo 10,00m de leito carroçável e passeios com
4,00m de largura, incluindo a construção de pontilhão sobre o canal de saneamento do
córrego Anhanguera. Esta intervenção proporcionará a interligação entre a Fábrica dos
Sonhos e o estacionamento a ser construído na rua Inhaúma.
Promover a retrocessão e abertura da rua Osmar Rosa. O objetivo desta intervenção é a
melhor circulação de veículos e pedestres, a partir da redução da extensão da quadra. A via
terá largura total de 14,00m, dos quais, 7,00m são para viário e 3,50m para passeio dos dois
lados.
Ligação viária entre a avenida Marquês de São Vicente e rua José Gomes Falcão – via
perimetral ao Parque Linear do Córrego Quirino dos Santos. Abertura de via perimetral do
lado direito do parque linear do córrego da rua Quirino dos Santos com 20,00m de largura,
sendo 12,00 de leito carroçável e passeios com 4,00m de largura. A proposta inclui
arborização e implantação de mobiliários urbanos. Com esta intervenção será possível a
criação de um binário de vias ao longo do Parque Linear Quirino dos Santos, interligando a
marginal do Tietê com a avenida Marquês de São Vicente.
Abertura da rua Quirino dos Santos no trecho situado entre a avenida Marquês de São
Vicente e a Marginal do Tietê, via perimetral ao Parque Linear do córrego Quirino dos
Santos. Para o projeto proposto a via terá largura total de 20,00m, dos quais 12,00m de leito
carroçável e passeios com 4,00m. O projeto prevê a implantação de arborização e mobiliário
urbano. Esta intervenção relaciona-se com a via perimetral ao Parque Linear do córrego
Quirino dos Santos.
Prolongamento do trecho final da rua Walfrido de Gramont entre rua Dr. Rubens e Meirelles
e a abertura da rua Quirino dos Santos pelo leito da rua Teotônio Dourado (existente) e
cedida precariamente ao Play Center. A via terá largura total de 18,00m sendo 10,00m de
viário e 4,00m de passeios. Esta intervenção possibilitará melhorias na circulação, pois
reduzirá o tamanho das quadras.
Prolongamento da rua Rubens Porta Nova desde a rua Quirino dos Santos até a interligação
com a rua Inhaúma, com largura total de 16,00m, dos quais 9,00m são leito carroçável e
3,50m de cada lado para passeio. Esta intervenção inclui a construção de um pontilhão
sobre o córrego Quirino dos Santos. Esta intervenção permitirá a abertura de ligação na
direção leste - oeste entre as ruas Rubens Porta Nova e Inhaúma.
Ligação viária entre as ruas Dr. Rubens Meirelles e avenida Ordem e Progresso, com
14,00m de largura total, sendo 7,00m de leito carroçável e passeios de 3,50m de cada lado.
Esta intervenção possibilitará melhorias na circulação de veículos pela diminuição da
extensão da quadra.
Implementar soluções de drenagem não convencionais. Reforma e ampliação do sistema de
drenagem existente de forma a compatibilizá-lo com o adensamento proposto. Adoção de
novas diretrizes de implantação de empreendimentos particulares de forma que seu impacto
sobre o sistema de drenagem seja nulo.

Subsetor H – Terminal Intermodal da Barra Funda – Memorial da
América Latina
O subsetor H tem como limite norte a avenida Marquês de São Vicente, ao sul a avenida
Francisco Matarazzo, a oeste a avenida Antártica e a leste avenida Dr. Abraão Ribeiro e viaduto Pacaembu. O subsetor H esta inserido no quadrante de coordenadas 329221 E, 7397857 N / 330622 E, 7396766 N.
O subsetor apresenta área total de 78,14ha, onde está distribuída uma população residente total de 2.441 pessoas, resultante em densidade demográfica de 76,46 hab/ha, com perfil de
rendimento variando de médio/baixo (renda entre 1 ½ salário mínimo a 3 salários mínimos,
considerando o valor do salário mínimo vigente no ano de 2010) a alto (renda familiar acima de
11 salários mínimos, considerando o valor do salário mínimo vigente no ano de 2010).
Esta área tem como característica peculiar a presença das duas vertentes das linhas férreas: a vertente norte caracterizada pelo parcelamento de pequenos lotes, sistema viário desconexo,
estreito e irregular localizada entre a faixa de domínio da via férrea e a avenida Marquês de São
Vicente. Nesta área predominam os usos de comércio, serviços, oficinas e pequenas indústrias implantadas em imóveis residenciais com uso modificado ou em pequenos galpões e armazéns.
Próximo a avenida Marquês de São Vicente e em alguns pontos dispersos observa-se um
gradual processo de verticalização, cujo exemplo mais marcante é o TRT – Tribunal Regional do Trabalho. Trata-se de um local com graves problemas de drenagem como consequência de alguns fatores, a topografia plana que dificulta o escoamento, a elevada impermeabilização do solo e um sistema de drenagem obsoleto, subdimensionado e insuficiente.
Na área sul predominam alguns terrenos vazios e galpões utilizados como o Centro de
Convenções de Exposições e Casa de Shows. Destaca-se nesta área o Memorial da América Latina, equipamento cultural projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1989, a Faculdade de Artes da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho – UNESP, os dois edifícios da Universidade UNINOVE e um edifício comercial próximo ao viaduto Antártica. O parcelamento do solo da área resultou em grandes lotes com quadras extensas que dificultam a circulação de pedestres, que é intenso na região devido ao intenso fluxo gerado pelas universidades, pelo Memorial da América Latina e pelo Terminal Intermodal da Barra Funda. (ver Prancha – Empreendimentos na Área da Operação Urbana Água Branca – BE 053B028).
É uma área de elevado interesse imobiliário devido a alguns fatores: a proximidade do bairro de
Perdizes, do Terminal Intermodal da Barra Funda e a presença de diversos equipamentos
culturais e institucionais.
Dentro do Plano Urbanístico foram definidas as seguintes diretrizes e propostas para este
subsetor:
Aumentar a densidade demográfica para cerca de 200 habitantes por hectare, alcançando
uma população de 15.292 pessoas residentes.
Incentivar a verticalização, observando as características e a capacidade do sistema viário e
das redes de infraestrutura implantadas.
Incentivar a utilização de 70% do estoque de Área Adicional de Construção disponibilizado
para esse subsetor para uso residencial e 30% para usos não residenciais. Os usos
industriais não serão incentivados.
Incentivar a doação de faixas do recuo frontal dos novos empreendimentos para ampliação
dos passeios públicos.
Praça Linear de ligação entre o Parque Fernando Costa e o Terminal Barra Funda -
Implantação de Praça Linear sobre via particular existente e terrenos a serem
desapropriados, com largura variável para circulação de pedestres e veículos, sendo 10,00m
de largura para leito carroçável e entre 8,00m e 9,00m de largura nos passeios de cada lado,
arborizada e provida de mobiliários urbanos, entre a avenida Francisco Matarazzo e a rua
Tagipuru.
Praça do Memorial América Latina (saída sul do Terminal da Barra Funda) - Remodelação
paisagística e ampliação das áreas de circulação da praça existente na saída sul do
Terminal da Barra Funda entre as ruas Deputado Salvador Julianelli e Professor Wilfrides
Alves de Lima, destacando a passagem subterrânea de entrada do Memorial da América
Latina.
Abertura de via entre a avenida Francisco Matarazzo e avenida Dr. Auro Soares de Moura
Andrade, cruzando a rua Tagipuru, com 16,00m de largura total, sendo 10,00m de leito
carroçável e 3,00m de passeios dos dois lados, incluindo arborização e mobiliários urbanos.
Essa nova via possibilitará a conexão viária entre o Terminal de ônibus urbano existente no
lado Sul do Terminal Intermodal da Barra Funda a avenida Francisco Matarazzo por meio do
balão de retorno existente na avenida Auro Soares de Moura Andrade.
Abertura de via em prolongamento a rua Dona Germaine Burchard entre a rua Tagipuru e a
avenida Dr. Auro Soares de Moura Andrade, com 12,00 m de largura total, sendo 7,00m de
leito carroçável e passeios com 2,50m em ambos os lados. Esta via fará a conexão viária e
de pedestres entre o bairro de Perdizes e as áreas próximas ao Terminal da Barra Funda,
possibilitando retornos a circulação de veículos da avenida Francisco Matarazzo.
Alargamento dos passeios da rua Tagipuru, no trecho entre a rua Adolpho Pinto e rua Julio

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